A nossa proposta
A Coreia do Sul é uma ilustre desconhecida que vai singrando à sombra da sua tão falada “irmã” do Norte. Mas é ela a verdadeira guardiã da história e da cultura do antigo Reino Eremita: aqui estão os palácios imperiais, as fortalezas e os templos, e os hanok, bairros tradicionais onde muitos optam por passear com o traje tradicional. E apesar da brutal industrialização do país, há 22 Parques Nacionais que preservam verdadeiros oásis de beleza natural, cada um com o seu encanto próprio. A somar a tudo isto, a Coreia é também o berço de uma gastronomia única e muito apreciada internacionalmente - e os coreanos são os asiáticos mais latinos do planeta.
Spots fotográficos
Seoul, hanok de Bukchon e palácios imperiais de Changdeokgung e Gyongbokgung
Suwon e fortaleza de Hwaseong
Parque Nacional Bukhansan
Hanok de Jeonju
Templo de Tapsa e Monte Maisan
Ponte das Nuvens, no Parque Nacional Wolchulsan
Busan: bairro típico de Gamcheon, Templo de Haedong Yonggungsa e praias
Gyeongju: palácio e túmulo dos reis Silla
Aldeia tradicional de Yangdong
Monte Namsan
Templo de Bulgoksa
Técnica Fotográfica abordada
Paisagem diurna e noturna, fotografia de natureza e urbana: palácios e templos, mar e montanha. Mercados e outras oportunidades para fotografia humana.
Material fotográfico aconselhado
Tratando-se de uma experiência fotográfica, até um simples telemóvel poderá ser utilizado para registar as suas imagens. De qualquer modo, recomenda-se a utilização de uma câmara reflex, objetiva grande angular e teleobjetiva. Como material opcional, considere ainda a utilização de um tripé, cabo disparador e filtros de densidade neutra.
Destinatários
Esta experiência fotográfica destina-se a todos que gostam de fazer fotografia e viajar. O conhecimento fotográfico e o tipo de câmara que utiliza não são importantes, preferimos valorizar o olhar de cada um sobre o destino e que se interessem pelo enriquecimento cultural.

Programa composto por 15 dias de viagem, incluindo dias de partida e chegada, utilizando transportes públicos (autocarro, metro, eventualmente táxis).
As visitas indicadas no programa poderão ter a ordem alterada, de modo a favorecer os participantes.
Mais conhecida pelo milagre económico, que catapulta automóveis e telemóveis para o resto do mundo, do que pela sua cultura muito própria, a Coreia continua a ser um mistério para os ocidentais.
A nossa viagem percorre a Coreia do Sul num círculo mal desenhado que nos permite percorrer – e fotografar – grande parte deste pequeno território com uma grande história. Começamos e acabamos em Seoul, onde de imediato percebemos a interessante mistura do país: entre prédios modernos e avenidas de betão aparecem ruelas antigas de hanoks, bairros de casas baixas tradicionais, alinhadas em becos e pátios. Percorrê-las seria uma viagem no tempo, não tivessem os coreanos aproveitado tão interessante cenário para aí instalar lojas de arte, cafés e restaurantes, tudo em pequena escala e bem contemporâneo.
Ao sair do metro, encontramos o fabuloso complexo palaciano de Changdeokgung, de cores garridas e jardins bem cuidados, percorridos por cavalheiros de chapéu alto e princesas com vestidos de tule que se divertem a tirar selfies. Ali ao lado, um excelente museu guarda tesouros ancestrais de uma estética única, que pacientemente explicam a complexa história da península coreana. Tudo é fotogénico e fotografável: interiores, exteriores, visitantes e objetos, como as magníficas coroas de ouro dos imperadores coreanos.
Este contraste moderno/arcaico mantém-se pelo país fora, nas aldeias tradicionais de casas de telhados de colmo, como a de Yangdong, culminando no hanok de Jeonju e no fabuloso museu ao ar livre de Gyeongju, com os seus túmulos da época Silla enquadrados por amendoeiras em flor, ou pelos dourados de outono, nas épocas certas…
A Coreia é esta capacidade de viver aqui e agora, um exemplo de preservação no meio de uma arquitetura moderna. E os contrastes não ficam por aqui: a contrapor às cidades, o país possui uma elevadíssima concentração de áreas naturais protegidas por parques e reservas, das quais visitaremos duas: Bukhansan, mesmo às portas da capital, e Wolchulsan, que tem a honra de ser o mais pequeno dos Parques Nacionais do país, e também de ter a sua mais extraordinária ponte - a fotogénica Ponte das Nuvens.
Nessa altura já estaremos no sul, na pequena cidade de Mokpo, os olhos – e as câmaras - cheios de tudo um pouco, e a dois passos da segunda maior cidade do país, Busan. E aqui continua o desfile de beleza e curiosidades: um templo à beira-mar, a praia mais popular da cidade e o colorido bairro cultural de Gamcheon, em cascata sobre o porto.
No imponente templo budista de Bulgoksa, rodeado de floresta, e nas estátuas de Buda esculpidas na rocha do monte Namsa, vamos ao encontro do lado místico e intimista da Coreia, que nem sempre está à vista. A península sempre teve a sua cota parte de eremitas meditativos e confucionistas convictos, bem visíveis no templo de Tapsa, construído pedra a pedra por um único monge, ou nas antigas escolas confucionistas, como a de Gyeongju.
Esta é Coreia do Sul que vamos conhecer, apimentada por um povo agitado e amigo da festa, e pela sua rica gastronomia. O antigo Reino Eremita está finalmente bem aberto aos visitantes - e ao futuro.











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